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    Blog do Tom Moisés - O blog do bom humor
     


    Minhas metas malucas para 2012

     



    Escrito por Tom Moisés às 23h49
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    Os dilemas do patrão

     



    Escrito por Tom Moisés às 18h45
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    Os dilemas do empregado

     



    Escrito por Tom Moisés às 18h44
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    Notícias malucas imaginárias do futuro

    Sei lá, hein?! Infelizmente... do jeito que o mundo está indo...

    pode ser que estas notícias imaginárias não sejam apenas piadas


     

     



    Escrito por Tom Moisés às 19h23
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    Comediante é agredido no palco

    Espectador sobe no palco e agride comediante em SP


    Na madrugada do sábado, 02 de julho, o humorista B.L. fazia seu show no Teatro Folha, em São Paulo, quando decidiu fazer piadas sobre as dificuldades que enfrentam gordos como ele. Dirigindo-se a um espectador obeso na primeira fila, perguntou: “Você já andou de avião?”. A resposta foi dura: “Já, com a sua mãe”. O artista achou estranha aquela resposta mas prosseguiu na sua linha de humor retrucando: “Imagina. Vaca não voa”. O espectador saiu da poltrona, montou no palco e lhe deu um soco. O público riu bastante, imaginando que a cena fazia parte do show.

    O comediante caiu atrás da cortina e o agressor continuou golpeando-o. Um assistente do palco percebeu o que ocorria e acendeu a luz da coxia. O espectador foi contido. Seguranças foram chamados e o detiveram até a chegada da polícia.

    “Na delegacia, outra piada: o sistema estava fora do ar”, conta L. Segundo ele, o agressor alegou em sua defesa que o humorista fez piadas contra nordestinos, judeus e negros, o que o teria ofendido.

    “Mesmo se tivesse feito, o que não fiz, a agressão não se justifica”, diz o comediante. “Quem assiste show de humor na primeira fila sabe que vai participar de alguma maneira. Por isso, acho que o cara foi com a intenção de fazer algo”, diz.

    Abalado, L. conta que o show que apresentou no dia seguinte, na madrugada de domingo, foi “estranho”, sem graça. Pretende não fazer o seu número no próximo fim-de-semana, mas não vai parar. “Não posso parar. A função do comediante, literalmente, é dar a cara a tapa”.

    E já está fazendo piada sobre o ocorrido. “Não fiquei nem um pouco constrangido de ter apanhando em cena. Constrangedor foi no dia seguinte quando entalei no aparelho da tomografia”.

    Comentários extraídos da internet:

    Esse tipo de comédia não é legal, outro dia fui em um barzinho em Moema, e a moda agora são os "shows de stand-up" e também seguiu na mesma linha do ocorrido na reportagem, o "comediante" ficou tirando onda com a cara da platéia, chamando um de gordo, rindo de um senhor que estava de peruca, chamando outro de feio, eu particularmente fui ao bar para escultar música e conversar, não gostei e se souber que tem stand-up não entro no bar, pois pagar para ver alguém ficar me alugando, definitivamente não dá.... o "comédia" até chegou a olhar para a mesa que eu estava, mas acho que ele percebeu que eu não estava gostando e acabou alugando outras pessoas... humor tem que ser inteligente, falar de politica, de coisas do dia a dia, futebol, e não ficar focando nas diferenças das pessoas para os outros darem risada, isso nada mais é do que um pré conceito, um racismo enrustido.

    Não é tão complicado. Vamos preparar um contrato padrão para quem quiser ir assistir a peças de teatro ou shows humorísticos. Haverá nesse contrato artigos informando a que situações o espectador está sujeito, conforme a posição em que se encontra na platéia. Por exemplo: O espectador que estiver sentado nas cadeiras das primeiras e/ou últimas filas não pode considerar humilhação, discriminação, ofensa, ou qualquer coisa parecida, o que disser o artista no palco com ele e sobre ele e sua aparência. O espectador que tiver em qualquer outra posição na platéia, só poderá sentir-se ofendido se: ao se dirigir a ele com alguma piada, de que tipo seja, o artista falar seu nome completo e número do cpf, caso contrário, não pode ser caracterizado como ofensa pessoal. Babacas não devem assistir a esses eventos... E por aí vai. Com isso, teremos certeza de que o show vai prosseguir sem nem um problema, nem para publicidade.



    Escrito por Tom Moisés às 19h04
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    Esse mundo está todo mudado

    Como esse mundo está mudado, hein?!

    "Antigamente, fumar era elegante e para ser gay tinha que ser escondido, pois era uma coisa horrível, quase que o fim do mundo. Hoje, fumar é uma coisa terrível e ser gay está quase sendo amparado por lei".

    Pode?



    Escrito por Tom Moisés às 23h51
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    Eu assisto "Insensato Coração

    Eu assisto “Insensato Coração”


    Outro dia ri bastante ao ler uma notícia imaginária da Globo.com no ano de 2030 que diria: "Romance gay na novela: primeira lambida no saco vai ao ar na quarta-feira à noite" (rsrs) Caracas!!! Espero que eu esteja lá, mas, com certeza não assistirei a esse capítulo.

    Ultimamente tenho sido um bom e fiel noveleiro. Justo eu que, em determinada época da vida condenei tanto as novelas. E condenava por achar que elas ditavam muito a moda, influenciavam demasiadamente costumes, eram muito apelativas e davam maus exemplos. Sem falar na questão machista, pois eu achava que novela era coisa para mulher. Não obstante, era bem chato imaginar que o mundo todo ia para frente da TV, sentadinhos todos confortavelmente no sofá para assistir a novela enquanto eu tinha que ficar até as 23h assistindo aula na faculdade, sentadinho naquela cadeirinha dura e totalmente desconfortável. Ufa! Graças a Deus que essa fase já passou.

    Hoje, mudei um pouco de ideia, só um pouco. Não preciso dedicar mais todas as noites à faculdade e aprendi a gostar de novelas. Gosto da novela das 6, também da novela das 7, e, especialmente, da novela das 8, aquela que começa às 9. Nunca saio de casa antes dela. E sou capaz de esquecer o futebol, filmes e reportagens no horário da novela. Novela entretém, diverte, ocupa o tempo e nos faz ficar em casa e com isso economizar dinheiro. Não costumo chorar com a novela, nem confundir o ator com o personagem, tampouco me envolver com as tramas, mas, confesso, outro dia quase liguei para um ator amigo para avisar que o sócio dele era o culpado pelo crime de roubo no escritório.    

    Crimes em novelas são comuns. Fazem parte das tramas com o objetivo de prenderem ainda mais a atenção e audiência do tonto do telespectador que fica maluco tentando descobrir quem é que matou quem. Existe até uma bolsa de apostas para o gênero. Quem matou Odete Roitman? Foi justo acusar a Flora pelo assassinado do marido de Donatela? Será que a Clara matou o Totó porque quis?

    Normalmente, nas tramas das novelas morre um ou outro. Mas em Insensato Coração, morre gente todo dia. Só pelo que eu me lembro, já morreram: Luciana (noiva do Pedro); um funcionário da casa da Vitória Drummond (ele morreu no avião); o bandido que chantageava o Léo (morto pelo próprio Léo); Araci (colega de cela de Norma); a agente penitenciária (morta pela Araci na rebelião); Teodoro (viúvo da Norma); Irene (prima de Pedro e Léo); Pai do André (o ator Milton Gonçalves); Milton Castelani (produtor cultural, pai da Bibi); Clarice (segunda mulher do Cortês); Henrique (advogado do Cortês); Dalva (amiga que recebeu da Norma sua senha bancária); Carmen (interpretada pela atriz Nívea Maria sofre um infarto quando ia entregar todo seu dinheiro para Léo) e... sei lá... deve ter mais alguém que eu tenha me esquecido.

    Tem morrido tanta gente nessa novela que estou até receoso que ela acabe por falta de artistas. Só espero que o autor não use de criatividade exagerada e que não comece a morrer telespectador, pois senão eu paro de assistir. Antes de morrer, é claro.



    Escrito por Tom Moisés às 21h40
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    2011 = fim do mundo?

    2011 = Fim do mundo?

     

    O fim do mundo que estava previsto, aparentemente, para 2012 parece que foi antecipado para 2011, pois:

    Tantos homens bonitos e simpáticos ao longo da história da TV e hoje Lázaro Ramos é o galã. A Sandy com toda aquela imagem angelical agora passa de "devassa". O Faustão magro. Sílvio Santos pobre. A presidente do Brasil fazendo omelete no programa da Ana Maria Braga. Tiririca na Comissão de Educação. Maluf e Collor na Comissão da Reforma Política. Sarney novamente presidente do Senado. Super aumento de R$ 5,00 no salário mínimo. O presidente dos Estados Unidos descobriu onde fica o Brasil e o espaço aéreo brasileiro virou espaço aéreo americano. E o que é pior e não é piada, o Barueri realmente está na zona de rebaixamento do campeonato paulista da série A3.

    Agora... sugiro que cada um cuide ainda mais da sua própria alma, pois parece que o fim está realmente próximo (rsrs).



    Escrito por Tom Moisés às 15h54
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    Aqui se faz, aqui se paga

    Aqui se faz, aqui se paga

    Ai ai ai. É duro de admitir, mas pequei e confesso. Eu sempre soube que não se deve cobiçar a cadeira do próximo, mas, por favor, não me julguem mal. Estava muito quente naquela tarde, uns 30 graus. Eu havia almoçado muito, andei pra caramba ao percorrer os 17 metros de casa até a estação e ainda tive que correr uns 3 metros para não perder o trem. Entrei porta adentro, exaurido, com a língua para fora, suado, cansado, arrebentado. Odeio correr.

    Para o meu azar, o vagão estava cheio. Grande novidade, né?! Fiquei louco desejando um lugar para me sentar. Olhei para várias poltronas e confesso, cobicei todas as cadeiras do próximo e também dos de longe. Fiquei com vontade até de tirar alguém à força para eu me sentar. Que absurdo de minha parte, perdoem-me por isso, afinal não estamos na selva e aqui não vale a lei do mais forte.

    Fiz pensamento positivo, rezei o Pai Nosso, mentalizei a Ave Maria, tentei levitar as pessoas com os olhos. Cobicei tanto que de repente duas pessoas se levantaram para descer e eu, claro, sentei-me imediatamente na primeira cadeira que vi, meio que empurrando a moça que saía, coitada. Ufa! Que alivio! Sentei e fiquei sim aliviado com isso. Mas por apenas dois minutos, pois logo em seguida sentou-se ao meu lado um homem muito fedido, uma verdadeira inhaca.

    O homem tinha um cheiro forte de suor, um suor forte e fedido. Esse mal cheiro de suor se misturava a outro mal cheiro de urina velha, misturado com fedor de xulé, mofo, pum ninja (silencioso e fatal) e de cc vencido. Vencido não. Vencido e protestado, isso sim! Gente, já vi gente feder, mas igual a esse cara foi a primeira vez. Ele tinha uns cinco ou seis mal-cheiros e dava para sentir todos isoladamente e também todos se misturando. O homem fedia tanto, mas tanto, que um gambá seria cheiroso perto dele. Aliás, que não me leve a mal a Sociedade Protetora dos Animais, pois compará-lo com um gambá lhe seria um elogio e uma grande ofensa ao bichinho. Um urubu passou por cima do trem voando com uma asa só, pois a outra estava ocupada tampando o nariz. Esse cara tinha que ser interditado.

    Não resisti e fui obrigado a me levantar e rapar fora dali. Estava impossível ficar ao lado daquela urucubaca.

    Dancei! Fui obrigado a continuar a viagem de pé, dependurado naquele trem no meio daquele monte de gente. Depois, fiquei meditando e pensando comigo mesmo. O meu pecado, o de ter cobiçado a cadeira do próximo foi tão grave que tive eu que pagar. E paguei com o nariz. A vida é assim: aqui se faz, aqui se paga.

    ATENÇÃO: Todos os textos do autor são fictícios. Ao encontrar com o autor na rua, não fique perguntando se o caso foi verdade. Ou será que foi? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk



    Escrito por Tom Moisés às 21h01
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    Comente sobre meu livro

    Comentários sobre o livro

     



    Escrito por Tom Moisés às 12h01
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    Ronaldinha Gaúcha

    Bomba!!! Novidades em Minas Gerais.

    Ronaldinha Gaúcha agora é do Cruzeiro


     

     



    Escrito por Tom Moisés às 21h03
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    Entrevista no Programa Tintim por Tintim

    Assista à entrevista


    Se você tiver tempo e interesse, saiba por que o escritor e humorista Tom Moisés serve-se do humor para estimular a leitura, porque não conta piadas de loiras, o que ele acha do Pânico na TV, se o homem tem que ter várias mulheres e porque as mulheres feias foram prejudicadas pela lei do rigor alcoólico, entre outros assuntos.

    Assista à entrevista ao Programa Tintim por Tintim e conheça um pouco sobre o livro “O bom humor como forma de incentivo à leitura” (Editora Novo Século).

    Acesse agora: http://www.youtube.com/watch?v=9oVstlDTw6k

    Clique na pausa e espere o vídeo carregar. Enquanto isso veja seus e-mails e depois volte ao vídeo.

    Acesse agora e assista:

    http://www.youtube.com/watch?v=9oVstlDTw6k 



    Escrito por Tom Moisés às 20h48
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    Meu novo livro

     

    Entre você também nessa campanha!


    Entre você também na campanha “SEJA BOM, AJUDE O TOM” (rsrs). Basta comprar 1, 2, 3, 10 ou mais do meu novo livro “O bom humor como forma de incentivo à leitura”. Você vai rir, vai se divertir e vai chegar à conclusão de que o hábito de ler, além de divertido é fundamental para o nosso crescimento. Compre, leia, dê de presente, sorria e faça o Tom sorrir. O bom humor agradece e o bolso do autor também (rsrs). OBRIGADO! À venda nas melhores livrarias pelo Brasil, by Editora Novo Século, ou diretamente com o autor. 

    Se tudo na vida pode ser aprendido, podemos então “aprender a ler” para em seguida “ler para aprender”. O ser humano foi concebido para crescer e se desenvolver permanentemente. A leitura é indispensável nesse processo de crescimento. O principal propósito desse livro é despertar nas pessoas o adorável hábito de ler, resgatando também o interesse de leitores que interromperam o hábito por falta de tempo.

    Os textos bem humorados de Tom Moisés, além de diversão, promovem interesse e curiosidade, estimulando a leitura. Não obstante ao bom humor, as deliciosas histórias do cotidiano apresentadas pelo autor neste segundo livro, proporcionam mensagens interessantes e educativas.

    Preço nas livrarias = R$24,90. Interessados em receber o livro em seu endereço mediante o pagamento podem enviar e-mail para: tommoises@yahoo.com.br



    Escrito por Tom Moisés às 23h01
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    Novos desafios

    A vida é constituída por fases. Nesta terça-feira, 30/11, findou-se a minha gestão frente à Secretaria de Comunicação Social de Barueri. Gostaria de me encontrar com todos para apertar as mãos e sorrir, ou ao menos gostaria de telefonar para agradecer. Mas, como não será possível, escrevo esse texto para dizer aos amigos: MUITO OBRIGADO!
    Agradeço ao prefeito Rubens Furlan pela oportunidade e por ter me confiado tamanha responsabilidade. Os mais próximos são testemunhas da minha intensa dedicação e comprometimento. E todos podem fazer uma avaliação e julgamento dos resultados alcançados. Continuo firme com o prefeito, ajudando-o onde solicitar e determinar, ressaltando que tenho por ele enorme respeito, admiração e uma enorme dívida de gratidão.
    Agradeço à toda a minha equipe, sempre divertida, séria, profissional, competente, comprometida e excelente. Não há uma equipe de comunicação na região melhor do que essa. Pode até ter igual, mas melhor eu duvido. Estou certo de que juntos nós inovamos, criamos, informamos, comunicamos e cumprimos fielmente as atribuições profissionais da Secretaria de Comunicação.
    Agradeço aos veículos de imprensa e aos muitos amigos que essa convivência me proporcionou. Evidentemente que nem todos do nosso relacionamento se tornam amigos. Entretanto, as verdadeiras amizades a tudo compensam.
    Agradeço aos vereadores e secretários municipais que contribuíram na facilitação dos processos, e foram fundamentais para a democratização da informação e para o sucesso de uma comunicação clara, objetiva e transparente.
    Agradeço aos munícipes pelo acompanhamento, sugestões, solicitações, críticas e considerações.
    E, acima de tudo, agradeço a Deus pela oportunidade, vida, saúde e trabalho.
    A partir desta data me dedicarei a outras atividades no governo, contribuindo também para buscarmos a recolocação da nossa cidade na elite do futebol paulista e brasileiro. Por isso, não considero que estou terminando um ciclo, mas na verdade iniciando outro.
    Aproveito o ensejo para convidar os amigos a apreciarem o meu novo livro intitulado “O bom humor como forma de incentivo à leitura” que será lançado  no mês de dezembro. E, finalmente, não me despeço porque não acredito em despedida. Prefiro acreditar que as pessoas podem estar sempre juntas e podem sempre se encontrar, nem que seja apenas nas lembranças.
    Abraços e obrigado a todos.
    Tom Moisés

    Aos interessados, faço abaixo minha prestação de contas à população com um breve resumo do trabalho desenvolvido:

    RESOLVI TIRAR POIS ...



    Escrito por Tom Moisés às 09h01
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    Até que enfim: Na quinta-feira, 18/11, recebi o certificado de Conclusão da Pós-Graduação

    em Gerente de Cidade pela Faculdade de Economia da FAAP-SP. Uma vitória e tanto!

    Após dois longos anos, a galera relaxou no evento!


    Eu, entre a amiga e colega de classe, Deputada Federal Bruna Furlan (terceira mais votada do estado de São Paulo)

    e entre o Prefeito de Santana de Parnaíba Sílvio Peccioli



    Escrito por Tom Moisés às 12h03
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