Para rir um pouco














Escrito por Tom Moisés às 23h29
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Desabafo de um trouxa

Escrito por Tom Moisés às 22h20
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Só com a Cláudia - Parte 2 - Final
Só com a Cláudia - Parte II - Final Depois de menos de 3 mil pedidos, publico aqui o final da história. Eu, particularmente, não gostei desse final. Espero opiniões mais ou menos sinceras dos leitores. - Boa Noite. O Jornal National começa hoje com uma matéria inusitada, que seria trágica se não fosse cômica. - É isso mesmo Willian. Acredite se quiser! Um cliente de uma loja de cartuchos tentava simplesmente retirar alguns produtos que havia comprado e pago tomou uma atitude inédita. Em protesto à má qualidade do atendimento, o cliente está acampado há cinco dias na porta da loja. Sujo, suado, magro e com barba por fazer, ele foi entrevistado por nossa equipe de reportagem e disse o seguinte: - No primeiro dia, fiquei quatro horas parado, esperando no balcão. Aí, diante do desrespeito e principalmente por causa da fome, liguei para um restaurante e pedi um marmitex. Ao invés do pessoal da loja de me entregar o material e me mandar sumir, a segurança se irritou com a minha atitude de comer o marmitex dentro da loja e me colocaram para fora, à força, na base na porrada. Por isso, fiquei revoltado, chamei a Polícia, mas eles disseram que não podiam fazer nada. Liguei para o Procon que disse que abriria um processo. Como ninguém resolveu nada, decidi me acampar aqui, em protesto a todos os comércios que atendem mal os seus clientes. E, olha. Só saio daqui depois que a tal da Cláudia aparecer para se desculpar comigo. - A reportagem do Jornal National tentou entrar em contato com a gerente da loja, Sra. Cláudia, mas, constrangida, ela não quis gravar entrevista e está desaparecida temendo represálias. Ainda em conversa com a nossa reportagem, o cliente, quase em lágrimas, desabafou: - Chega! Não podemos mais tolerar esse monte de comerciantes, comerciários, funcionários públicos e tantas outras pessoas que tratam os outros com desrespeito e falta de atenção. A gente vai num restaurante, tem que implorar, tem que pedir pelo amor de Deus para o garçom tratar a gente bem. No estacionamento os manobristas fazem o que querem com o nosso carro e ainda olham de cara feia pra gente. Os motoristas de transporte público, ônibus, táxis, parecem que estão fazendo é favor pra gente e se esquecem que são os passageiros é quem pagam os seus salários. Os funcionários públicos, principalmente os da Polícia e do DETRAN parecem que têm prazer de deixar uma pessoa esperando 30, 40, 50 minutos. Quando você contrata um pedreiro, pintor, serralheiro ou vai fazer uma reforma ou servicinho em casa, tem que contratar uma psicóloga e um padre ou pastor para dar acompanhamento de tanto sofrimento e nervoso que a gente passa. O país está crescendo, a economia está aquecida, os negócios estão intensos, mas a qualidade do atendimento em quase todos os setores está horrível. - Pois é Willian, diante do protesto inédito, o Jornal National saiu às ruas para ouvir os brasileiros. Vamos ver o que os brasileiros disseram. - Uai sô, meu nome é Carlin, qué dizê Carlinhos, ou mélho, Carlos. Ieu sô aqui di Beozonte, Minas Gerais. Otro dia téléfônei lá no Banco quieu tenho conta, esses falarum pra eu fazê o trem pur telefone. Voltei pra casa, liguei pra lá, digitei aques número do atendimento eletrônico até dá calo nus dedo e nun consegui falá cum ninguém. Aque trem de atendimento eletrônico é ruimdimaisdaconta e num resolvê nada. Fiquei treis dia pra resolvê um negocim que voltei lá no banco e uma minima com boa vontade feiz pra mim rapidim, im 30 segundus. - Meu nome é Carla Nascimento, aqui de São Paulo. Ontem mesmo eu fiquei mais de 1 hora e meia ao telefone tentando falar com a minha operada de TV a cabo, para depois desse tempo todo perdido, eles me falarem que o sistema estava fora do ar. Uma vergonha! - Oi, eu sou Cláudio Silva, Porto Alegre. Meu telefone celular nunca funciona. Se eu vou ligar para alguém não tem sinal. Se alguém me liga só dá fora de área. Daí no final do mês vem uma conta super cara. Faz três meses que estou tentando cancelar a linha, mas a companhia não me atende. Como eu não paguei as contas agora eles me ligam todo dia dizendo que não podem cancelar a conta porque tem débito e ainda vão mandar meu nome para o Serasa e para o SPC. Eles que mandem o meu nome até para a lista do inferno, mas eu não pago. - Meu nome é Pablo, Rio de Janeiro. Levei meu carro para instalar um aparelho de DVD. Eles disseram que o serviço ficaria pronto em duas horas. Demorou dois dias. Quando fui pegar o carro tinham arranhado a pintura, quebrado o suporte do banco e feito um monte de improvisos horrorosos no painel. Quando liguei o carro, pegou fogo em tudo, no rádio, no painel, no motor, no carro que estava ao lado, na instalação elétrica da loja e na loja toda. Acredita que ele não tinham um extintor?! Como nada tinha seguro, não sei o que eu faço. - Sou Maria de Fátima, nasci em Salvador, Bahia, mas moro em Barueri, São Paulo. Comprei um computador novo, mas o computador veio com tanto vírus que quando liguei travou tudo. O vírus era tão forte que travou até a minha televisão, rádio e geladeira. Agora lá em casa nada funciona. Que lojinha sem vergonha essa que vende computador novo cheio de vírus. - Bem, Willian, essa foi reportagem sobre consumidores que se sentiram desrespeitados. Voltando ao assunto do cliente que está acampado na porta da loja, a família do rapaz está desolada pedindo para ele esquecer isso e voltar para casa, voltando sua vida ao normal. Mas ele não aceitou - Eu tenho meus projetos e sonhos. Não devia estar perdendo tempo aqui com este protesto. Mas em nome de todos os brasileiros, em nome da boa educação e dos bons costumes, em nome do respeito ao consumidor e, sobretudo, do respeito ao cidadão, acho que o destino me escolheu para iniciar uma batalha que não tem que ser apenas minha. Se cada consumidor exigir ser tratado melhor, juntos nós poderemos mudar o Brasil. - O mais curioso dessa matéria é que, finalmente, quando a gerente Cláudia resolveu aparecer, adivinhem só... Por uma feliz coincidência do destino ela era uma namorada antiga do tal cliente. Eles não se viam e não se falavam há anos. Quando se olharam nos olhos, sem que falassem uma só palavra beijaram-se ardentemente em frente às câmeras de televisão, jornalistas e de uma plateia confusa em que alguns aplaudiam e outros vaiavam interpretado que tudo aquilo foi uma encenação e um golpe de marketing. Para a sorte da Cláudia, o cliente, apesar de sujo, suado e com barba por fazer, usava diariamente uma latinha para escovar os dentes. O pior de tudo é que no dia seguinte o caso foi flagrado jantando em uma pizzaria e tudo acabou em pizza.
Escrito por Tom Moisés às 22h51
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Só com a Cláudia - Parte 1
Só com a Cláudia – Parte 1 - Alô! Romi das imbalage di cartuchu, bom dia, só 1 minuto por favor. - Alô! Alô! A... - Romi das imbalage, bom dia. - Alô, é da Home das Embalagensss de cartuchos? - Isso senhor, foi o que eu disse. Só 1 minuto por favor. - Não, não, não... é urgente minha filha. É um caso de vida ou morte! Eu liguei aí ontem e pedi para separar um material. Estou passando aí agora pra pegar, queria saber se vocês podem deixar o material aí perto da porta, pra facilitar o estacionamento. - Senhor, só 1 minuto, por favor, que já iremos lhe atender. - Alô! Por favor, moça! Esta é a quinta vez que eu ligo. Toda vez você me diz “só 1 minuto, por favor, que já iremos lhe atender”. Só que já se passaram 15 minutos e você até agora não me atendeu, nem me ouve. - Ok Senhor, só mais 1 minutinho, por favor. - Cheguei! É o seguinte, eu liguei aqui ontem, pedi para separar um material, liguei hoje várias vezes, fiquei tanto tempo esperando ao telefone que deu tempo para enfrentar o trânsito, chegar aqui, estacionar e já estou a 30 minutos esperando aqui nesse bendito balcão. Será que alguém aqui pode resolver o meu problema? - O senhor ligou ontem e falou com quem? - Não sei com quem eu falei. Apenas liguei, me pediram o número do pedido, eu informei e pronto. - O senhor tem o pedido aí em mãos? Vê quem o assinou? - Aqui está. - Aqui, veja. Seu pedido foi expedido pela Cláudia. Vou chamá-la que ela resolve. Só 1 minuto, por favor. - Pois não senhor. O senhor já foi atendido? - Mais ou menos. Quero falar com a Cláudia, mas acho que já foram chamá-la. - Com a Cláudia. - Sim, uma moça me atendeu e me disse que ia chamar a tal da Cláudia. Mas isto já tem uns 10 minutos. - Ah, se já tem 10 minutos, então ela já está vindo. - Ah propósito, qual é o seu nome? - Priscila. - Então Priscila, veja este pedido expedido e assinado pela Cláudia. Uma moça viu o pedido e foi chamar a Cláudia, mas até agora nada. - Só mais 1 minutinho senhor. Se ela já foi chamar, com certeza a Cláudia já está vindo. - Ei moça, você aí, por favor. Liguei aqui ontem, falei com uma tal de Cláudia. Liguei hoje umas 10 vezes. Cheguei aqui, uma moça me atendeu, foi chamar a Cláudia. Depois apareceu uma tal de Priscila, mas sumiu todo mundo. - Ok, senhor! Vou procurar essa moça, talvez a Priscila saiba quem é. Só 1 minuto, por favor. - Não, por favor, ache a Cláudia para mim. - Qual Cláudia senhor? A Cláudia Silva, Cláudia Lemos ou a Cláudia Santos? - Sei lá. Aqui tem tantas Cláudia assim? - Tem também a Ana Cláudia e a Maria Cláudia. - Bem, então veja se resolve para mim. Veja esse pedido. Reservei este material e vim buscá-lo. Pelo amor de Deus, tudo que eu quero é simplesmente retirar esse material. - Deixa eu ver. Bem, nesse caso aí, senhor, só mesmo com a Cláudia. - Pode chamá-la pra mim? - Posso sim senhor, só 1 minuto que vou chamá-la. - Obrigado. Ah propósito, qual é o seu nome. - Claudinha, senhor. - Priscila, até que enfim você voltou. Falei com você alguns minutos atrás. Você disse que ia chamar a Cláudia. Só que você entrou por essa porta aí adentro, sumiu, despareceu. Fiquei esperando um tempão. Depois falei com uma tal de Claudinha, ela também entrou lá pra dentro. Mas a Cláudia não veio e estou aqui há horas aguardando. - A Cláudia não veio atender o Senhor? Já falei com ela. Ela ficou de vir aqui no balcão falar com o senhor. - Pois é! Mas não veio. Será que você pode me levar até ela? - Desculpe-me senhor, mas aqui é proibida a entrada de pessoas estranhas? - E você me acha uma pessoa estranha? É isso? - Não senhor. Por favor, não me interprete mal. Eu quis dizer que é proibida a entrada de pessoas não autorizadas. - Ora, então é só você me autorizar, ué. - Desculpe-me, senhor, mas só a Cláudia pode autorizar. - Pelo amor de Deus. Então vai lá e chama essa Cláudia pra mim. Estou há 1 hora e meia aqui, de pé, neste bendito balcão, tentando apenas retirar um material que eu comprei, já paguei e deixei reservado. E não consigo sequer ser atendido. - Calma senhor. O senhor está ficando exaltado. Só 1 minuto que eu vou chamar a Cláudia. - Ah propósito. Qual Cláudia que é? Olha que é mais fácil falar com a Cláudia Leite, hein?! - Então é isso, senhor. O senhor veio à empresa errada. Aqui não tem nenhuma Cláudia Leite. - Como empresa errada, moça? Eu mesmo te mostrei o pedido aqui em minha mão, lembra? Falei Cláudia Leite me referindo à cantora? - Ah! Entendi. Tudo bem senhor, vou lá chamar a Cláudia novamente. - Você tem um número de celular? Para o caso de você sumir novamente eu ligar pra você. - Por favor, senhor. Eu sou u ma mulher casada. Mal casada, mas casada. - Moça, por favor, qual é o seu nome? - Juliana. - Então Juliana. Estou com esse pedido aqui em mãos. Será que você pode me liberar esse material? - Deixa eu ver o pedido, senhor. - É este aqui ó, veja. - Então senhor. Para liberar esse pedido, só mesmo com a Cláudia. Só 1 minuto que eu já vou chamá-la. - Espera aí Juliana. E, se por acaso, eu quiser desistir desse material, cancelar a compra e pegar meu dinheiro de volta? - Bem, nesse caso é só o senhor falar com a Cláudia. - A mesma Cláudia? - Não. Para cancelar a comprar é com outra Cláudia. - Caramba, se está difícil de achar uma Cláudia, imagina encontrar duas?! Mas, tudo bem, pode chamar qualquer uma das Cláudias pra mim? - Claro senhor. Só 1 minuto por favor. - Rapaz, por favor. Você trabalha aqui? - Trabalho sim senhor. Por quê? - É que até agora eu só vi mulheres por aqui. Será que você pode buscar esse material aqui pra mim? - Não senhor. Com esse pedido aí só a Cláudia resolve. - E, você pode chamar a Cláudia pra mim? - Olha, eu acho que ela saiu pra almoçar. - Saiu pra almoçar? E na ausência dela quem pode resolver? - Ninguém não senhor. - Como assim, ninguém? E, se por algum motivo ela não puder vir trabalhar? Se ela tiver que faltar? E se ela ficar doente? E se ela morrer, a empresa vai parar por causa disso? - Sim senhor. Vai parar sim, ué. Primeiro para o velório, depois para o sepultamento. Ai moço, vira essa boca pra lá. - Por favor, rapaz, vê se encontra ela pra mim. - Tá bom moço, só 1 minuto, por favor. Eu vou ver se ela está. Qual Cláudia, hein?!
Agora... sem xingar o autor... Só 1 minuto, por favor. Veja o final desta crônica em breve, em: “Só com a Cláudia – Parte 2, o grande final”. rsrs
Escrito por Tom Moisés às 13h51
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Noooooooossa!

Escrito por Tom Moisés às 23h26
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Auto-entrevista

Escrito por Tom Moisés às 20h55
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Minhas metas malucas para 2012

Escrito por Tom Moisés às 23h49
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Os dilemas do patrão

Escrito por Tom Moisés às 18h45
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Os dilemas do empregado

Escrito por Tom Moisés às 18h44
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Notícias malucas imaginárias do futuro
Sei lá, hein?! Infelizmente... do jeito que o mundo está indo... pode ser que estas notícias imaginárias não sejam apenas piadas


Escrito por Tom Moisés às 19h23
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Comediante é agredido no palco
Espectador sobe no palco e agride comediante em SP 
Na madrugada do sábado, 02 de julho, o humorista B.L. fazia seu show no Teatro Folha, em São Paulo, quando decidiu fazer piadas sobre as dificuldades que enfrentam gordos como ele. Dirigindo-se a um espectador obeso na primeira fila, perguntou: “Você já andou de avião?”. A resposta foi dura: “Já, com a sua mãe”. O artista achou estranha aquela resposta mas prosseguiu na sua linha de humor retrucando: “Imagina. Vaca não voa”. O espectador saiu da poltrona, montou no palco e lhe deu um soco. O público riu bastante, imaginando que a cena fazia parte do show. O comediante caiu atrás da cortina e o agressor continuou golpeando-o. Um assistente do palco percebeu o que ocorria e acendeu a luz da coxia. O espectador foi contido. Seguranças foram chamados e o detiveram até a chegada da polícia. “Na delegacia, outra piada: o sistema estava fora do ar”, conta L. Segundo ele, o agressor alegou em sua defesa que o humorista fez piadas contra nordestinos, judeus e negros, o que o teria ofendido. “Mesmo se tivesse feito, o que não fiz, a agressão não se justifica”, diz o comediante. “Quem assiste show de humor na primeira fila sabe que vai participar de alguma maneira. Por isso, acho que o cara foi com a intenção de fazer algo”, diz. Abalado, L. conta que o show que apresentou no dia seguinte, na madrugada de domingo, foi “estranho”, sem graça. Pretende não fazer o seu número no próximo fim-de-semana, mas não vai parar. “Não posso parar. A função do comediante, literalmente, é dar a cara a tapa”. E já está fazendo piada sobre o ocorrido. “Não fiquei nem um pouco constrangido de ter apanhando em cena. Constrangedor foi no dia seguinte quando entalei no aparelho da tomografia”. Comentários extraídos da internet: Esse tipo de comédia não é legal, outro dia fui em um barzinho em Moema, e a moda agora são os "shows de stand-up" e também seguiu na mesma linha do ocorrido na reportagem, o "comediante" ficou tirando onda com a cara da platéia, chamando um de gordo, rindo de um senhor que estava de peruca, chamando outro de feio, eu particularmente fui ao bar para escultar música e conversar, não gostei e se souber que tem stand-up não entro no bar, pois pagar para ver alguém ficar me alugando, definitivamente não dá.... o "comédia" até chegou a olhar para a mesa que eu estava, mas acho que ele percebeu que eu não estava gostando e acabou alugando outras pessoas... humor tem que ser inteligente, falar de politica, de coisas do dia a dia, futebol, e não ficar focando nas diferenças das pessoas para os outros darem risada, isso nada mais é do que um pré conceito, um racismo enrustido. Não é tão complicado. Vamos preparar um contrato padrão para quem quiser ir assistir a peças de teatro ou shows humorísticos. Haverá nesse contrato artigos informando a que situações o espectador está sujeito, conforme a posição em que se encontra na platéia. Por exemplo: O espectador que estiver sentado nas cadeiras das primeiras e/ou últimas filas não pode considerar humilhação, discriminação, ofensa, ou qualquer coisa parecida, o que disser o artista no palco com ele e sobre ele e sua aparência. O espectador que tiver em qualquer outra posição na platéia, só poderá sentir-se ofendido se: ao se dirigir a ele com alguma piada, de que tipo seja, o artista falar seu nome completo e número do cpf, caso contrário, não pode ser caracterizado como ofensa pessoal. Babacas não devem assistir a esses eventos... E por aí vai. Com isso, teremos certeza de que o show vai prosseguir sem nem um problema, nem para publicidade.
Escrito por Tom Moisés às 19h04
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Esse mundo está todo mudado
Como esse mundo está mudado, hein?! 
"Antigamente, fumar era elegante e para ser gay tinha que ser escondido, pois era uma coisa horrível, quase que o fim do mundo. Hoje, fumar é uma coisa terrível e ser gay está quase sendo amparado por lei". Pode?
Escrito por Tom Moisés às 23h51
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Eu assisto "Insensato Coração
Eu assisto “Insensato Coração” 
Outro dia ri bastante ao ler uma notícia imaginária da Globo.com no ano de 2030 que diria: "Romance gay na novela: primeira lambida no saco vai ao ar na quarta-feira à noite" (rsrs) Caracas!!! Espero que eu esteja lá, mas, com certeza não assistirei a esse capítulo.
Ultimamente tenho sido um bom e fiel noveleiro. Justo eu que, em determinada época da vida condenei tanto as novelas. E condenava por achar que elas ditavam muito a moda, influenciavam demasiadamente costumes, eram muito apelativas e davam maus exemplos. Sem falar na questão machista, pois eu achava que novela era coisa para mulher. Não obstante, era bem chato imaginar que o mundo todo ia para frente da TV, sentadinhos todos confortavelmente no sofá para assistir a novela enquanto eu tinha que ficar até as 23h assistindo aula na faculdade, sentadinho naquela cadeirinha dura e totalmente desconfortável. Ufa! Graças a Deus que essa fase já passou.
Hoje, mudei um pouco de ideia, só um pouco. Não preciso dedicar mais todas as noites à faculdade e aprendi a gostar de novelas. Gosto da novela das 6, também da novela das 7, e, especialmente, da novela das 8, aquela que começa às 9. Nunca saio de casa antes dela. E sou capaz de esquecer o futebol, filmes e reportagens no horário da novela. Novela entretém, diverte, ocupa o tempo e nos faz ficar em casa e com isso economizar dinheiro. Não costumo chorar com a novela, nem confundir o ator com o personagem, tampouco me envolver com as tramas, mas, confesso, outro dia quase liguei para um ator amigo para avisar que o sócio dele era o culpado pelo crime de roubo no escritório. Crimes em novelas são comuns. Fazem parte das tramas com o objetivo de prenderem ainda mais a atenção e audiência do tonto do telespectador que fica maluco tentando descobrir quem é que matou quem. Existe até uma bolsa de apostas para o gênero. Quem matou Odete Roitman? Foi justo acusar a Flora pelo assassinado do marido de Donatela? Será que a Clara matou o Totó porque quis? Normalmente, nas tramas das novelas morre um ou outro. Mas em Insensato Coração, morre gente todo dia. Só pelo que eu me lembro, já morreram: Luciana (noiva do Pedro); um funcionário da casa da Vitória Drummond (ele morreu no avião); o bandido que chantageava o Léo (morto pelo próprio Léo); Araci (colega de cela de Norma); a agente penitenciária (morta pela Araci na rebelião); Teodoro (viúvo da Norma); Irene (prima de Pedro e Léo); Pai do André (o ator Milton Gonçalves); Milton Castelani (produtor cultural, pai da Bibi); Clarice (segunda mulher do Cortês); Henrique (advogado do Cortês); Dalva (amiga que recebeu da Norma sua senha bancária); Carmen (interpretada pela atriz Nívea Maria sofre um infarto quando ia entregar todo seu dinheiro para Léo) e... sei lá... deve ter mais alguém que eu tenha me esquecido. Tem morrido tanta gente nessa novela que estou até receoso que ela acabe por falta de artistas. Só espero que o autor não use de criatividade exagerada e que não comece a morrer telespectador, pois senão eu paro de assistir. Antes de morrer, é claro.
Escrito por Tom Moisés às 21h40
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2011 = fim do mundo?
2011 = Fim do mundo?  O fim do mundo que estava previsto, aparentemente, para 2012 parece que foi antecipado para 2011, pois: Tantos homens bonitos e simpáticos ao longo da história da TV e hoje Lázaro Ramos é o galã. A Sandy com toda aquela imagem angelical agora passa de "devassa". O Faustão magro. Sílvio Santos pobre. A presidente do Brasil fazendo omelete no programa da Ana Maria Braga. Tiririca na Comissão de Educação. Maluf e Collor na Comissão da Reforma Política. Sarney novamente presidente do Senado. Super aumento de R$ 5,00 no salário mínimo. O presidente dos Estados Unidos descobriu onde fica o Brasil e o espaço aéreo brasileiro virou espaço aéreo americano. E o que é pior e não é piada, o Barueri realmente está na zona de rebaixamento do campeonato paulista da série A3. Agora... sugiro que cada um cuide ainda mais da sua própria alma, pois parece que o fim está realmente próximo (rsrs).
Escrito por Tom Moisés às 15h54
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Aqui se faz, aqui se paga
Aqui se faz, aqui se paga
Ai ai ai. É duro de admitir, mas pequei e confesso. Eu sempre soube que não se deve cobiçar a cadeira do próximo, mas, por favor, não me julguem mal. Estava muito quente naquela tarde, uns 30 graus. Eu havia almoçado muito, andei pra caramba ao percorrer os 17 metros de casa até a estação e ainda tive que correr uns 3 metros para não perder o trem. Entrei porta adentro, exaurido, com a língua para fora, suado, cansado, arrebentado. Odeio correr. Para o meu azar, o vagão estava cheio. Grande novidade, né?! Fiquei louco desejando um lugar para me sentar. Olhei para várias poltronas e confesso, cobicei todas as cadeiras do próximo e também dos de longe. Fiquei com vontade até de tirar alguém à força para eu me sentar. Que absurdo de minha parte, perdoem-me por isso, afinal não estamos na selva e aqui não vale a lei do mais forte.
Fiz pensamento positivo, rezei o Pai Nosso, mentalizei a Ave Maria, tentei levitar as pessoas com os olhos. Cobicei tanto que de repente duas pessoas se levantaram para descer e eu, claro, sentei-me imediatamente na primeira cadeira que vi, meio que empurrando a moça que saía, coitada. Ufa! Que alivio! Sentei e fiquei sim aliviado com isso. Mas por apenas dois minutos, pois logo em seguida sentou-se ao meu lado um homem muito fedido, uma verdadeira inhaca.
O homem tinha um cheiro forte de suor, um suor forte e fedido. Esse mal cheiro de suor se misturava a outro mal cheiro de urina velha, misturado com fedor de xulé, mofo, pum ninja (silencioso e fatal) e de cc vencido. Vencido não. Vencido e protestado, isso sim! Gente, já vi gente feder, mas igual a esse cara foi a primeira vez. Ele tinha uns cinco ou seis mal-cheiros e dava para sentir todos isoladamente e também todos se misturando. O homem fedia tanto, mas tanto, que um gambá seria cheiroso perto dele. Aliás, que não me leve a mal a Sociedade Protetora dos Animais, pois compará-lo com um gambá lhe seria um elogio e uma grande ofensa ao bichinho. Um urubu passou por cima do trem voando com uma asa só, pois a outra estava ocupada tampando o nariz. Esse cara tinha que ser interditado. Não resisti e fui obrigado a me levantar e rapar fora dali. Estava impossível ficar ao lado daquela urucubaca. Dancei! Fui obrigado a continuar a viagem de pé, dependurado naquele trem no meio daquele monte de gente. Depois, fiquei meditando e pensando comigo mesmo. O meu pecado, o de ter cobiçado a cadeira do próximo foi tão grave que tive eu que pagar. E paguei com o nariz. A vida é assim: aqui se faz, aqui se paga. ATENÇÃO: Todos os textos do autor são fictícios. Ao encontrar com o autor na rua, não fique perguntando se o caso foi verdade. Ou será que foi? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Escrito por Tom Moisés às 21h01
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